Antares Ibramed - aparelho de Ledterapia e Laserterapia
IBRAMED
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Antares Ibramed - Aparelho de Ledterapia e Laserterapia

Antares Ibramed - Aparelho de Ledterapia e Laserterapia

Marca: IBRAMED
Disponibilidade: Imediata
Referência: IBRAMED - 1001029
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O Antares IBRAMED é um equipamento microcontrolado pela terapia de fotobiomodulação e foi desenvolvido para a utilização em diferentes áreas da saúde e da estética. Ele possui possibilidade de operação com aplicadores únicos (probes) e aplicadores com grupos de laser e/ou LED (cluster), os quais oferecem uma nova dimensão da terapia por luz.

O tratamento com o Antares não é térmico, invasivo nem ablativo. A irradiação de fótons de baixa energia (fototerapia) é gerada por laser de baixa intensidade (LLLT) –, que significa, em inglês, “Low Level Laser Therapy” –, ou por LEDT (Light Emmitting Diode Therapy), os quais podem modular vários processos biológicos. Esse fenômeno é denominado fotobiomodulação.

Com diferentes configurações e características técnicas, o Antares oferece uma ampla possibilidade de seleção de comprimentos de onda (comprimento de onda da luz ou combinações entre diodo de laser e/ou diodo de LED) e pode ser usado para tratar vários distúrbios e patologias.

O equipamento deve ser usado somente sob prescrição e supervisão de um profissional licenciado.

 

** Aplicadores adquiridos separadamente

 

Fotobiomodulação


Vários descritores têm sido usados para descrever a terapia por luz de baixa intensidade. São eles: fotoestimulação, fototerapia, laserterapia, ledterapia, laser frio, soft laser, dentre outros.

A fotobiomodulação, portanto, descreve o uso terapêutico da luz visível e da radiação infravermelha absorvida por cromóforos endógenos, desencadeando reações bioativas, não térmicas, não citotóxicas, através de eventos fotoquímicos.

Quando se trata de terapia por luz, é importante ressaltar que os efeitos terapêuticos tanto podem ocorrer no sentido estimulatório (aumento na produção de ATP, NO e ROS e aumento na liberação endorfinas) quanto inibitório (diminuição das substâncias inflamatórias, tais como as interleucinas, prostaglandinas, etc.). Portanto, o descritor “fotobiomodulação” parece ser mais adequado.

 

Comprimento de onda (nm)


Os comprimentos de onda são divididos em dois grandes grupos: bactericidas/fungicidas e regeneradores. A faixa violeta-azul tem efeitos bactericidas/fungicidas por liberação de espécies reativas de oxigênio, que destroem os fungos e bactérias. A faixa entre 400-420nm tem maior efeito bactericida (violeta-azul), enquanto que a faixa entre 420-470nm (azul profundo) tem menor efeito bactericida. Pesquisas recentes sugerem que o comprimento de onda de 450nm tem efeito hidratante.

Importante ressaltar que o uso indiscriminado da luz violeta-azul pode aumentar o estresse oxidativo de células da derme e inibir a atividade dos fibroblastos. Esse efeito é dose-dependente. Portanto, em algumas situações, o uso de comprimentos de ondas regeneradoras é indicado posteriormente à irradiação violeta e/ou azul.

Os comprimentos de onda na faixa espectral que favorecem a cicatrização e a regeneração tecidual são o verde, âmbar, vermelho e infravermelho. A penetração da luz nos tecidos varia de acordo com o comprimento de onda (nm) e sua penetração aproximada pode ser observada na Figura 1.

Um dos principais objetivos da fotobiomodulação aplicada à estética é atingir tantos fibroblastos quanto possível. A faixa âmbar, por exemplo, faz com que a luz atinja a derme papilar e o vermelho a derme reticular. A associação desses dois comprimentos de onda tem sido muito bem aceita em tratamentos que buscam o rejuvenescimento da pele.

 

Figura 1. Imagem ilustrativa do espectro do equipamento Antares (fototerapia).

 

Os efeitos terapêuticos também são dependentes da dose de energia aplicada. Por exemplo, um comprimento de onda regenerador pode se tornar inibitório se a dose for considerada alta. Em doses extremamente altas, o efeito fototérmico é muito significativo e é utilizado, por exemplo, na fototermólise seletiva da luz intensa pulsada e de lasers de alta potência para fins estéticos.

A Lei de Arndt-Schultz demostra isso claramente e descreve a chamada “janela terapêutica” (Figura 2). Alguns autores comparam os efeitos da “terapia por luz” com os efeitos de medicamentos. Em doses muito baixas, não têm efetividade, no entanto, em doses muito altas, o que era um remédio, pode ser tornar um veneno. Existe uma janela terapêutica, uma faixa de dosagem, onde os melhores efeitos são obtidos. O mesmo ocorre com a fotobiomodulação.

 

Figura 2. Imagem ilustrativa da curva de dose-resposta – Lei de Arndt-Schultz.

 

Mecanismos de ação

Os fótons são partículas discretas de pura energia luminosa. A primeira lei da fotobiologia afirma que, sem absorção, não pode haver reação. Então, o fóton incidente deve ser absorvido pelas células-alvo, para que qualquer reação ocorra. Quando um fóton é absorvido por uma célula, ele passa sua energia para a célula.

Cromóforos são os fotorreceptores naturais do nosso corpo. Os pigmentos endógenos melanina e hemoglobina são os principais cromóforos excitados quando se deseja o efeito de fototermólise seletiva e eles são aquecidos a altas temperaturas durante os tratamentos, bem como fotoepilação e esclerose de telangiectasias. Na fotobiomodulação, comprimentos de onda no feixe do violeta-azul são fortemente absorvidos pela melanina, por isso, o cliente sente maior aquecimento local, principalmente os de fototipo mais altos.

Dentre os cromóforos não pigmentados, destaca-se a enzima citocromo C oxidase, que se localiza na cadeia respiratória da mitocôndria, principal fotorreceptor da fotobiomodulação. A citocromo C oxidase tem dois picos de absorção, nos espectros vermelho e infravermelho próximo. Parece que a fotobiomodulação aumenta a disponibilidade de elétrons para a redução do oxigênio molecular, aumentando os níveis de ATP, NO e ROS, energizando a célula e favorecendo a atividade celular.

Estudos demonstram também que a fotobiomodulação estimula a liberação de fatores de crescimento, tais como: o VEGF, FGF- e KGF, todos relacionados em processos de reparo e regeneração tecidual. Ademais, está bem estabelecido que essa modalidade terapêutica ativa fatores de transcrição gênica, exerce efeito antiapoptótico e anti-inflamatório e diminui o estresse oxidativo celular, além de estimular a proliferação, a migração e a síntese de proteínas relacionadas com a maturação das células epiteliais.

 

Segurança

 

  Imagem ilustrativa do óculos de segurança do equipamento Antares (fototerapia).   

Neste tipo de tratamento, a utilização de óculos de proteção é obrigatória para paciente, operador, pessoal de manutenção e qualquer pessoa que estiver no ambiente enquanto o equipamento estiver em operação.   

 

Diferenciais

O Antares é um equipamento eletromédico microcontrolado por fototerapia (terapia biofotônica), que foi projetado para ser utilizado nas áreas da estética, podologia, dermatologia, reabilitação física e laserpuntura. Ele permite a troca de aplicadores, que pode ser uma probe ou um cluster, com diferentes configurações e características técnicas. 

Check de emissão de luz

O Antares possui um sistema de verificação, para que a emissão de radiação LED/laser do aplicador a ser utilizado seja validada antes do uso. Sempre que o equipamento é ligado ou o aplicador é reconectado ou substituído, será necessário realizar o check de emissão somente uma vez antes da utilização.

 

Imagem ilustrativa de check de emissão de luz, do equipamento Antares (fototerapia).        Imagem ilustrativa de check de emissão de luz, do equipamento Antares (fototerapia).        Imagem ilustrativa de check de emissão de luz, do equipamento Antares (fototerapia).

 

Presets

Os presets presentes no Antares direcionam o uso terapêutico ideal. Ajustes da dose podem ser feitos pelo terapeuta de acordo com a necessidade clínica. A Lei de Arndt-Schulz afirma que existe apenas uma janela terapêutica estreita, na qual você pode realmente ativar uma resposta celular utilizando conjuntos precisos de parâmetros, ou seja, a fluência ou dose.

O equipamento possibilita tratamentos usando comprimentos de ondas sequenciais diferentes: 2C (biocromático – dois comprimentos de ondas) ou 3C (tricromático – três comprimentos de ondas). 

 

Acessórios que podem ser comprados separadamente

Conector de interlock (Cód. 03015150);
Aplicador probe P1 – RBG (Cód. 01001022);
Aplicador probe P2 – 850 (Cód. 01001023);
Aplicador probe P3 – 660 (Cód. 01001024);
Aplicador probe P4 – 808 (Cód. 01001025);
Aplicador probe P5 – 904 (Cód. 01001026);
Aplicador cluster P1 – RGB 808nm (Cód. 01001017);
Aplicador cluster P2 – 630 850nm (Cód. 01001018);
Aplicador cluster G1 – 590/630/850nm 

 

 

Protocolos particulares

O Antares oferece a possibilidade de criar e salvar protocolos personalizados. O usuário poderá programar até 20 protocolos particulares no equipamento.

 

Tratamentos

Técnica de aplicação com os acessórios opcionais

Posicionamento das probes e dos clusters

Para a técnica de aplicação, posicione a probe ou o cluster em contato com a pele sem pressioná-la. Observe a forma correta de manuseio nos exemplos abaixo:

 

 

Estética facial

Imagem apresentando o Antares (fototerapia) no tratamento de rejuvenescimento facial, com o cluster P1.

Imagem apresentando o Antares (fototerapia) no tratamento de rejuvenescimento facial, com o cluster P1.

 

 

 

 

 

Estética corporal

Imagem apresentando o Antares (fototerapia) no tratamento de lipólise, com o cluster P3.

Imagem apresentando o Antares (fototerapia) no tratamento de lipólise, com o cluster P3.

 

Imagem apresentando o Antares (fototerapia) no tratamento de celulite, na região glútea, com o cluster P3.

Imagem apresentando o Antares (fototerapia) no tratamento de celulite, na região glútea, com o cluster P3.

 

 

Reabilitação física

 

Imagem apresentando o Antares (fototerapia) no tratamento de epicondilite lateral, no cotovelo, com o probe P4.

Imagem apresentando o Antares (fototerapia) no tratamento de epicondilite lateral, no cotovelo, com o probe P4.

Imagem apresentando o Antares (fototerapia) no tratamento de artrite, no ombro, com o cluster P1.

Imagem apresentando o Antares (fototerapia) no tratamento de artrite, no ombro, com o cluster P1. 

 

 

Acessórios que acompanham o Antares
1 cabo PP fêmea IEC 2 × 0, 75 × 1500mm (Cód. 03017006);
1 fusível 20 AG de 5A (Cód. 03019012);
1 manual de operações digital (Cód. 03040019);
2 óculos de proteção para o operador e o paciente – 200nm–1200nm (Cód. 03026109).

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Características



    Indicações:

    Estética

    • Tratamento da acne;

    • Tratamento de áreas hiperpigmentadas;

    • Rejuvenescimento facial;

    • Cicatrização pós-cirurgia plástica;

    • Lipólise.

    Acupuntura

    • Laserpuntura.

    Podologia

    • Cicatrização de feridas;

    • Tratamento de onicomicose.

    Dermatologia

    • Psoríase;

    • Alopecia;

    • Terapia fotodinâmica;

    • Controle de herpes labial e vaginal.

    Reabilitação física

    • Artrites;

    • Artroses;

    • Paralisia facial;

    • Síndrome do túnel do carpo;

    • Epicondilite;

    • Tendinite;

    • Processos cicatriciais;

    • Estímulo da microcirculação;

    • Redução de edemas;

    • Regeneração do tecido musculoesquelético;

    • Aumento da circulação local;

    • Alívio de dor muscular e articular;

    • Relaxamento muscular;

    • Alívio de espasmos musculares;

    • Alívio da dor relacionada com as artrites;

    • Recuperação muscular pós-exercício;

    • Aumento de performance muscular na atividade física.